Recebi a mensagem abaixo de uma das minhas irmãs. É uma “corrente”? É. Sei do preconceito que muita gente tem das “correntes” que circulam pela internet. Eu mesmo sou uma dessas pessoas. Detesto “correntes”. Como gosto muito desta minha irmã e sei que ela não me mandaria uma coisa que eu não fosse gostar, li o texto. Consegui tirar muitas coisas boas dele. É verdadeiramente o exemplo de um dos aspectos da educação que defendo. Mais do que isso, é uma mostra que temos que aproveitar aquilo que há de melhor em todas as coisas –até nas correntes– e deixar nosso preconceito de lado. Aliás, o preconceito é um dos entraves que impedem o exercício da boa educação.
Espero que vocês também possam aproveitar o que o texto tem de melhor.
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Um avô e seu neto caminhando pelo quintal, ora se agachando aqui, ora ali, em animada conversação, não é cena muito comum nos dias atuais.
O garoto, de 4 anos de idade, aprendia a cultivar e a cuidar das plantas com o exemplo do seu avô, que tinha tempo para o netinho, sempre que este o visitava.
Vou convidar algumas pessoas para compartilhar seus textos sobre educação. Para não ficar tão personalista, migrei o blog para outro endereço eletrônico. Para ler os textos acesse http://prioridadeeducacao.blogspot.com/
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Coisas do capitalismo
Peço desculpas a todos que seguem esse blog por, no último mês, tê-lo “abandonado”. A correria do dia-a-dia de meu trabalho não me permitiu atualizá-lo com maior frequência e muito menos postar comentários sobre diversos acontecimentos ligados aa educação que mereciam comentários.
Tirei alguns “pepinos” da frente e agora terei mais tempo. Não sei até quando, mas, pelo menos por alguns dias, terei mais tempo.
São coisas do capitalismo, que nos “obriga” a trabalhar cada vez mais, para poder comprar cada vez mais. Não nos deixa tempo para fazermos aquilo que gostamos. Temos que romper com essa barreira! EU VOU!
...hehehe... já não sou muito de comprar. Minha mulher está preocupada. Reclamou que já não ganha presentes em datas comemorativas. Teme que agora eu não dê mais presentes pra ela... kkkkkkk...
Tirei alguns “pepinos” da frente e agora terei mais tempo. Não sei até quando, mas, pelo menos por alguns dias, terei mais tempo.
São coisas do capitalismo, que nos “obriga” a trabalhar cada vez mais, para poder comprar cada vez mais. Não nos deixa tempo para fazermos aquilo que gostamos. Temos que romper com essa barreira! EU VOU!
...hehehe... já não sou muito de comprar. Minha mulher está preocupada. Reclamou que já não ganha presentes em datas comemorativas. Teme que agora eu não dê mais presentes pra ela... kkkkkkk...
domingo, 19 de dezembro de 2010
Leitores a espera de um artigo
Escrevi um artigo sobre o novo PNE. Em breve vou postá-lo aqui. Enviei-o ao um jornal e prometi exclusividade para a editora até que a direção do jornal decida se o mesmo será ou não publicado. Assim que for publicado, ou se a resposta for negativa, posto-o aqui.
O título "Educação espera um milagre" já é de deixar com água na boca. Para deixá-los ainda mais na expectativa...
Escrevi sobre o que acho ser o cerne do PNE, que é a equiparação salarial dos professores com profissionais de outras carreiras com o mesmo tempo de estudo. Também escrevi sobre a questão do investimento na pasta (Educação) ser vinculada ao PIB. Ainda escrevi sobre o que, pra mim, são os principais avanços do novo PNE.
Aguardem!
O título "Educação espera um milagre" já é de deixar com água na boca. Para deixá-los ainda mais na expectativa...
Escrevi sobre o que acho ser o cerne do PNE, que é a equiparação salarial dos professores com profissionais de outras carreiras com o mesmo tempo de estudo. Também escrevi sobre a questão do investimento na pasta (Educação) ser vinculada ao PIB. Ainda escrevi sobre o que, pra mim, são os principais avanços do novo PNE.
Aguardem!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Educação acaba em Pisa
Além da feijoada, o “cardápio” desta quarta-feira (8/12) tinha muito Pisa. Veja bem, não é pizza, é Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Consequência da divulgação do resultado da avaliação realizada pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) a cada três anos, com a finalidade de medir a qualidade da educação nos países desenvolvidos e em outros convidados a participarem da avaliação, como o Brasil.
A maioria (se não todos) dos veículos da chamada “grande imprensa” estampou em suas capas chamadas para reportagens sobre o desempenho do Brasil no Pisa.
Alguns textos exaltavam a melhora do Brasil na pontuação obtida no exame realizado em 2009, na comparação com o anterior, realizado em 2006. Expunham informação creditada ao MEC de que o país é o terceiro em melhora de desempenho desde o início da pesquisa, em 2000.
Houve também aqueles que menosprezaram a suposta melhora no desempenho dos estudantes brasileiros. Preferiram se apegar ao fato de que, mesmo com a melhora de desempenho, o país ainda é um dos últimos na avaliação (53º colocado entre 65 países avaliados). Esses também ressaltaram que os estudantes brasileiros estão bem abaixo da média. Mais da metade não consegue decifrar informações implícitas em um texto curto.
“Estudantes, esses burros!”. Isso é o que pode transparecer as reportagens. Mas, elas também deixam claro que o Governo (Federal é claro) é o culpado pela mazela educacional brasileira, apesar de as escolas públicas federais terem tido desempenho superior até mesmo ao das escolas particulares e serem as escolas públicas estaduais e municipais as que puxam para baixo a classificação brasileira.
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