Além da aprovação da Lei do Piso Nacional dos Professores e do anúncio do lançamento do material didático para corrigir falhas no ensino da histórica da África e, consequentemente, de nossa própria história, também me chamou a atenção outras duas notícias veiculadas entre ontem e hoje.
A primeira, veiculada pelo Estadão é com relação ao adiamento pelo CNE da votação sobre as mudanças no currículo do ensino médio. Na verdade, são três textos sobre esse assunto (texto 1; texto 2; texto 3).
O segundo texto, veiculado no Uol Educação, também diz respeito à educação de jovens. Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2008, informa que
Vou convidar algumas pessoas para compartilhar seus textos sobre educação. Para não ficar tão personalista, migrei o blog para outro endereço eletrônico. Para ler os textos acesse http://prioridadeeducacao.blogspot.com/
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Mudanças no currículo do ensino médio: Pior do que está pode ficar
Piso aprovado, mas professores ainda podem ser pisados
A categoria dos professores conquistou uma importante vitória na tarde de ontem. O STF considerou constitucional a Lei 11.738/08, conhecida como Lei do Piso (veja explicação). Essa era uma reivindicação antiga da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação).
O Governo Lula havia sancionado a Lei em 2008, mas governadores entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4167) alegando que ela feria a Constituição Federal ao se intrometer em questões orçamentárias dos estados e municípios, ferindo o Pacto Federativo. Outros pediam alterações na Lei, de forma que os famigerados bônus e gratificações pudessem ser considerados no cômputo do piso, o que a lei não permite.
Foi uma vitória de batalha, mas a guerra não acabou. Ainda não é possível baixar a guarda. Um dos pontos da lei (que diz respeito à quantidade de horas a serem trabalhadas e as que devem ser reservadas para o HTP) ainda foi votado por falta de quórum para sua aprovação. Ou seja, se os professores não ficarem atentos, vão querer que o piso seja pago àqueles que estiverem 24h por dia em sala de aula.
Fonte: Uol Educação
O Governo Lula havia sancionado a Lei em 2008, mas governadores entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4167) alegando que ela feria a Constituição Federal ao se intrometer em questões orçamentárias dos estados e municípios, ferindo o Pacto Federativo. Outros pediam alterações na Lei, de forma que os famigerados bônus e gratificações pudessem ser considerados no cômputo do piso, o que a lei não permite.
Foi uma vitória de batalha, mas a guerra não acabou. Ainda não é possível baixar a guarda. Um dos pontos da lei (que diz respeito à quantidade de horas a serem trabalhadas e as que devem ser reservadas para o HTP) ainda foi votado por falta de quórum para sua aprovação. Ou seja, se os professores não ficarem atentos, vão querer que o piso seja pago àqueles que estiverem 24h por dia em sala de aula.
Fonte: Uol Educação
História da África: Para corrigir falhas no ensino
Ficará pronto no segundo semestre deste ano o material pedagógico para o ensino obrigatório da história da África nas escolas da rede pública e do setor privado, conforme determina Lei 10.639, de 2003. Segundo o coordenador-geral de Diversidade do MEC (Ministério da Educação), Antônio Mário Ferreira, estão sendo elaborados livros para professores e alunos desde o nível infantil até o ensino médio e fundamental. Além disso, será disponibilizado um atlas, que relaciona a África com os demais continentes e, em especial, a ligação com o Brasil e a América Latina.
Ferreira participou hoje (6) do lançamento, em São Paulo, da coleção História Geral da África, na versão em português, no Teatro Tucarena, na PUC (Pontifícia Universidade Católica), na capital paulista.
O representante do MEC informou que será feito um resumo da coleção para ser usado nas universidades. “A partir desta obra vamos reconstruir a história do Brasil e propiciar para o ensino futuro o conhecimento sobre a história da África e dos negros no mundo. Serão homens e mulheres que vão perceber a diversidade e as reais origens da etnia social ”, disse.
Ferreira observou
Ferreira participou hoje (6) do lançamento, em São Paulo, da coleção História Geral da África, na versão em português, no Teatro Tucarena, na PUC (Pontifícia Universidade Católica), na capital paulista.
O representante do MEC informou que será feito um resumo da coleção para ser usado nas universidades. “A partir desta obra vamos reconstruir a história do Brasil e propiciar para o ensino futuro o conhecimento sobre a história da África e dos negros no mundo. Serão homens e mulheres que vão perceber a diversidade e as reais origens da etnia social ”, disse.
Ferreira observou
sábado, 2 de abril de 2011
As melhores coisas do mundo
O filme está disponível no Youtube, dividido em oito partes. Segue link da primeira parte.
Vejam e depois me contem... Ou me convidem pra um debate, qualquer hora dessas!
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